Mostrando postagens com marcador Atividades Extras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atividades Extras. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Sobre o F O T O L I T O

Já mencionamos aqui sobre a possibilidade de o rótulo da Cachaça João Andante ser considerado um documento de arquivo identificado pela Diplomática.

Imagem disponível aqui.


E o FOTOLITO – que é um documento elaborado tecnicamente para viabilizar a impressão do rótulo – também pode ser identificado como um documento de arquivo?

Exemplo de fotolito - imagem disponível aquihttp://www.kalmans.com.br

E “As Cachaceiras” – apelido carinhoso conferido ao nosso grupo, CachArq, por André Lopez – vão provar que SIM !

Para explicar bem explicadinho:

Esse documento integra dois fundos respectivamente: fundo da gráfica que o produziu e imprimiu os rótulos da Cachaça João Andante; fundo João Andante

                                       Análise Diplomática

Denominação do documento: Fotolito para Impressão de Rótulo
Forma: original
Formato: fotolito
Suporte: filme
Gênero: iconográfico
Validação: marca d’agua

                                     Análise Tipológica

FUNDO GRÁFICA
Espécie
Função
Tipo
Fotolito
Impressão de rótulo
Fotolito para Impressão de 
Rótulos da Cachaça João Andante


FUNDO JOÃO ANDANTE
Espécie
Função
Tipo
Fotolito
Identificação de produto final
Fotolito para Impressão de Rótulos de Identificação da Cachaça João Andante


 Publicação: Cristiane Mary Otaviano

terça-feira, 12 de setembro de 2017

E O RÓTULO DA CACHAÇA É OU NÃO É UM DOCUMENTO?


No glossário de espécies documentais, apresentado por Heloísa Liberalli Belloto, em Diplomática e tipologia documental em arquivos, não consta “rótulo” como espécie documental.

Mas se o rótulo puder ser identificado como o suporte de informações – informação associada a um suporte - relevantes acerca do produtor (aqui entendido como fundo) poderia ser visto como um documento?


Vejamos: no rótulo contém a identificação do fabricante, pode conter a identificação do distribuidor, pode conter informações sobre o contexto social em que foi produzida a cachaça e, por conseguinte, em que atuava o seu produtor.


Como a cachaça foi declarada oficialmente um bem imaterial brasileiro, o rótulo também não poderia ser visto como uma identificação desse bem? Perceba que no rótulo há informações sobre os ingredientes dos quais são produzidos a cachaça, entre outras muitas informações.


Nas palavras de André Lopez, em Arquivos Pessoas e as Fronteiras da Arquivologia, “o rótulo enquanto documento explica o tipo de produto, o fabricante, etc”.

O rótulo é um produto da atividade do fabricante de cachaça. Será que em algum momento ele pode se configurar como um documento de arquivo?

Nesse sentido, não estou me referindo ao rótulo que está preso à garrafa de cachaça. Refiro-me ao rótulo, que depois de passar por todo o processo de criação a que um rótulo é submetido, recebeu a aprovação do Presidente da empresa fabricante de cachaça. E, para formalizar essa aprovação, ele assinou algum papel em que se encontrava o rótulo impresso ou inserido fisicamente ou pode até ter assinado em cima do rótulo!


Ainda Lopez afirma que “ a compreensão do documento demanda uma síntese dessas partes que o definem – a informação e o suporte material - , admitindo gradações ou relativizações na importância dada ora a uma, ora a outra, em função do enfoque que se quer privilegiar”. E mais adiante cita “O fundador da diplomática, Mabillon, ao se ocupar da análise das características externas dos documentos, no sec. XVII, extraiu importantes informações dos diversos elementos constantes no suporte – desde sinais de autenticação e validação até os tipos de papel e tintas utilizados”.



Então é possível que, em determinadas circunstâncias, o rótulo possa ser recolhido como um documento de arquivo de valor secundário - e não menos importante - para um arquivo permanente e fazer parte do fundo do seu fabricante?


Vamos abrir um debate...

Postagem por Cristiane Mary Otaviano

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Sim, nós temos o Festival Mundial da Cachaça!



Os apaixonados pela cachaça artesanal de qualidade foram convidados para participar do XVI Festival Mundial da Cachaça de Salinas que se realizou nos dias 14 a 16 de julho de 2017, na Passarela da Alegria da cidade de Salinas, em Minas Gerais.


Salinas e região concentra o maior número de produtores de cachaça artesanal em todo o território nacional, é o berço da cachaça artesanal de qualidade. São mais de sessenta marcas de cachaças, com uma produção em torno de cinco milhões de litros comercializados.


O XVI Festival Mundial da Cachaça de Salinas, que é realizado desde 2002, é um evento indicado para a exposição e promoção de empresas, máquinas, equipamentos e serviços, junto aos produtores e público em geral.


Com a exposição das cachaças, o XVI Festival Mundial da Cachaça de Salinas tem por objetivo promover e valorizar, ainda mais, as potencialidades das cachaças produzidas em Salinas e região.


O Festival Mundial da Cachaça de Salinas é um encontro com o que há de melhor: É festa, é show!


(Fonte: http://www.sitedacachaca.com.br/xvi-festival-mundial-da-cachaca-de-salinas-mg/ )


Veronilda Guedes

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Mas, como é feita essa tal Cachaça?




A cachaça é um produto resultante da fermentação e destilação do caldo de cana ou garapa - líquido extraído da cana-de-açúcar no processo de moagem. 


"Na fermentação, microorganismos conhecidos por leveduras convertem o açúcar da garapa em álcool. O produto resultante, chamado de vinho (como o suco fermentado de uvas) é aquecido em alambiques para finalmente transformar-se em cachaça. Na destilação, o álcool evaporado se condensa ao passar por uma serpentina. A primeira parte do líquido que pinga deve ser descartada. É a chamada “cachaça de cabeça”, cerca de 10% do volume total, que contém alto teor de substâncias voláteis e faz um estrago danado no organismo de quem a consome. Os próximos 80% são o “coração” da cachaça. É pinga da boa. O restante é “água fraca”, com baixo teor de álcool. A cachaça, então, pode ser engarrafada imediatamente ou envelhecer em barris. A boa caninha tem os seus segredos. Como na escolha da uva para o vinho, conta aqui boa qualidade da cana – fatores climáticos e o solo determinam se uma safra será boa ou não. No caso das aguardentes envelhecidas, o produto final depende do tempo de repouso e do tipo de madeira do barril (o mais comum é o carvalho)." https://super.abril.com.br/historia/como-e-feita-a-cachaca/


Nossa! Quantas ações evolvem a produção da cachaça! 



Essas ações resultam na acumulação – produção e recebimento - de documentos de arquivo. Isso não é DEMAIS?


Post de autoria da discente Cristiane Mary Otaviano

RÓTULOS CACHAÇA ZÉ GRANDE

OFICINA - OS RÓTULOS DAS CACHAÇAS ZÉ GRANDE Rótulo Cachaça Zé Grande Armazenada em Barris de Carvalho Rótulo da Cachaça Zé Gr...